Certas vezes percebemos que
Quanto mais se soma, menos se resta
E não adianta recuperar o saldo perdido
Não há ninguém que o valor nos empresta
A visão retorna no início de um fim
Como quando não estás mais cego pela paixão
Percebe que é a hora exata de por na balança
Os sim e os não
O ódio não tem nada a vêr com amor
E os dois nunca andaram de mãos dadas
Pois se ele surge ou a mágoa
É porque de amor já não se tem mais nada
Talvez ser ignorante da matemática muito ajudaria
Como também, privado de boa visão
Mas nunca soube que educado fora
Ou olhos um dia teve, o coração
Por isso, ligado a realidade esteve
E o sentimento em vezes se enganou
Fácil é de entender
Quando em obstaculo menor se alterou
É nesse mesmo momento que surge a soma
E o resultado sempre é negativo
Ao pesar chumbo com vento , vê que sem matéria dura
Não se sustenta o sentimento
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Se alguém souber ouse em contar
Que se viu russos na Alemanha a passear
Ou, melhor ainda, quem sabe
Cubanos em Los Angeles a sonhar
Que o norte da América é simbolo de união
E não a representação do mais forte
Pois, Colombo quando aqui chegou
Trouxe a esperança
E não divergencia de sul ao norte
Se alguém puder não hesite em gritar
Que o mundo não és um lodaçal perdido
E, que o povo espremido da china
Acolheu um muçulmano e lhe fez seu amigo
Queria apenas os fazer entender
Que, Gandhi, Lenin e Prestes
São sinonimos de lealdade
Para assim compreenderem que muitos outros
Poucos disseram a verdade
Há muito quero acreditar
Que Deus lá em cima a nos olhar
Um dia, nos perdou por Babel
E, fez do homem paciente
Para antes de tudo poder amar
Os povos, as culturas, toda gente...
Preciso urgente ter fé
Que Deus tenha concedido a força de Jó
A nação da Palestina
Também acalenta Israel
Pelas marcas da guerra,
Com suas dores e tiranias
Sei que sou alguém desprovido de nação
Muito antes, pretencioso no coração
Mas, minha alma é azulada
Minha esperança esverdiada
E, minha glória , dependente da união
Que se viu russos na Alemanha a passear
Ou, melhor ainda, quem sabe
Cubanos em Los Angeles a sonhar
Que o norte da América é simbolo de união
E não a representação do mais forte
Pois, Colombo quando aqui chegou
Trouxe a esperança
E não divergencia de sul ao norte
Se alguém puder não hesite em gritar
Que o mundo não és um lodaçal perdido
E, que o povo espremido da china
Acolheu um muçulmano e lhe fez seu amigo
Queria apenas os fazer entender
Que, Gandhi, Lenin e Prestes
São sinonimos de lealdade
Para assim compreenderem que muitos outros
Poucos disseram a verdade
Há muito quero acreditar
Que Deus lá em cima a nos olhar
Um dia, nos perdou por Babel
E, fez do homem paciente
Para antes de tudo poder amar
Os povos, as culturas, toda gente...
Preciso urgente ter fé
Que Deus tenha concedido a força de Jó
A nação da Palestina
Também acalenta Israel
Pelas marcas da guerra,
Com suas dores e tiranias
Sei que sou alguém desprovido de nação
Muito antes, pretencioso no coração
Mas, minha alma é azulada
Minha esperança esverdiada
E, minha glória , dependente da união
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Meus olhos sorriem
Quando comem da simplicidade
Alembrando as árvores de tomate amareladas
E os pés no chão que eu subia,
De jabuticaba
Meus ouvidos sentem a felicidade
Quando olham o sol azulado
O arco-íris preto/pratiado
E os passáros nadando no riacho
Minha boca escuta o gosto da chuva
Enquanto se apaixona pelo raios da lua
E de mãos dadas a minhoca
Se enamora interiormente lá fora
Tenho orgulho do meu estado, o Brasil
É um estilo de vida tão oriental
Fico feliz por ter como vizinho a China
E de alembrar que fomos nos que descobrimos
Portugal
Quando comem da simplicidade
Alembrando as árvores de tomate amareladas
E os pés no chão que eu subia,
De jabuticaba
Meus ouvidos sentem a felicidade
Quando olham o sol azulado
O arco-íris preto/pratiado
E os passáros nadando no riacho
Minha boca escuta o gosto da chuva
Enquanto se apaixona pelo raios da lua
E de mãos dadas a minhoca
Se enamora interiormente lá fora
Tenho orgulho do meu estado, o Brasil
É um estilo de vida tão oriental
Fico feliz por ter como vizinho a China
E de alembrar que fomos nos que descobrimos
Portugal
sábado, 4 de setembro de 2010
Meus dedos, duros como de um escravo
Lapidam, depois de buscar em mim palavras
Elas surgem, carregadas de concreto
Por consequencia de que meus olhos viram
As palavras chegam, pesadas
Sem mais a sensação anterior:
Amor
Não, é algo duro, seco, vermelho:
Inferno
Penso eu, por tudo
Não existe no mundo
Pior sentimento que
A desesperança
Mas entenda, a vida era seca
Seca no chão de barro empoerado
Seca nos galhos podres acizentados
Seca com ossos a cada légua do sertão
Suas falas mal saiam
Lagrimas não tinham
Eram expressões apáticas
Secas, secas, secas...
O sol que nos aquece
Lá a tudo apodrece
Seus corações batiam
Secos, secos, secos...
Lapidam, depois de buscar em mim palavras
Elas surgem, carregadas de concreto
Por consequencia de que meus olhos viram
As palavras chegam, pesadas
Sem mais a sensação anterior:
Amor
Não, é algo duro, seco, vermelho:
Inferno
Penso eu, por tudo
Não existe no mundo
Pior sentimento que
A desesperança
Mas entenda, a vida era seca
Seca no chão de barro empoerado
Seca nos galhos podres acizentados
Seca com ossos a cada légua do sertão
Suas falas mal saiam
Lagrimas não tinham
Eram expressões apáticas
Secas, secas, secas...
O sol que nos aquece
Lá a tudo apodrece
Seus corações batiam
Secos, secos, secos...
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