segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Se alguém souber ouse em contar
Que se viu russos na Alemanha a passear
Ou, melhor ainda, quem sabe
Cubanos em Los Angeles a sonhar

Que o norte da América é simbolo de união
E não a representação do mais forte
Pois, Colombo quando aqui chegou
Trouxe a esperança
E não divergencia de sul ao norte

Se alguém puder não hesite em gritar
Que o mundo não és um lodaçal perdido
E, que o povo espremido da china
Acolheu um muçulmano e lhe fez seu amigo

Queria apenas os fazer entender
Que, Gandhi, Lenin e Prestes
São sinonimos de lealdade
Para assim compreenderem que muitos outros
Poucos disseram a verdade

Há muito quero acreditar
Que Deus lá em cima a nos olhar
Um dia, nos perdou por Babel
E, fez do homem paciente

Para antes de tudo poder amar
Os povos, as culturas, toda gente...

Preciso urgente ter fé
Que Deus tenha concedido a força de Jó
A nação da Palestina
Também acalenta Israel
Pelas marcas da guerra,
Com suas dores e tiranias

Sei que sou alguém desprovido de nação
Muito antes, pretencioso no coração
Mas, minha alma é azulada
Minha esperança esverdiada
E, minha glória , dependente da união

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Não sinto o passar das horas
Nem mais vejo o tempo
Há um ócio dolorido que me acompanha
Roubando-me o prazer de um só momento

Vivo em busca de esperanças
Mas não sei onde foram parar
E o tempo se torna intacto
Porque nada parece mudar

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

enjoy el mundo cosmopolita

genieben the went cosmopolitian

aprecie des world kosmopolit

domingo, 5 de setembro de 2010

Meus olhos sorriem
Quando comem da simplicidade
Alembrando as árvores de tomate amareladas
E os pés no chão que eu subia,
De jabuticaba

Meus ouvidos sentem a felicidade
Quando olham o sol azulado
O arco-íris preto/pratiado
E os passáros nadando no riacho

Minha boca escuta o gosto da chuva
Enquanto se apaixona pelo raios da lua
E de mãos dadas a minhoca
Se enamora interiormente lá fora

Tenho orgulho do meu estado, o Brasil
É um estilo de vida tão oriental
Fico feliz por ter como vizinho a China
E de alembrar que fomos nos que descobrimos
Portugal

sábado, 4 de setembro de 2010

Meus dedos, duros como de um escravo
Lapidam, depois de buscar em mim palavras
Elas surgem, carregadas de concreto
Por consequencia de que meus olhos viram

As palavras chegam, pesadas
Sem mais a sensação anterior:
Amor
Não, é algo duro, seco, vermelho:
Inferno

Penso eu, por tudo
Não existe no mundo
Pior sentimento que
A desesperança

Mas entenda, a vida era seca
Seca no chão de barro empoerado
Seca nos galhos podres acizentados
Seca com ossos a cada légua do sertão

Suas falas mal saiam
Lagrimas não tinham
Eram expressões apáticas
Secas, secas, secas...

O sol que nos aquece
Lá a tudo apodrece
Seus corações batiam
Secos, secos, secos...
O adulto, o verdadeiro homem crescido já não sente mais pelo EU. Pois muito, sente a um todo, por todos.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Pois aquele
Como dizia Brecht
Que ainda ri
É porque não conhece a verdade
Ou, Sabes muito bem
Mentir pra si.